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9 de março de 2017

REVISTA GERAL BAHIA

INFORMAÇÃO COM CREDIBILIDADE

EM MACARANI: Vereador Robério Roldão cobra a prometida regularização dos terrenos do Ipê Ville.

Uma
das principais promessas do Prefeito
Miller Ferraz,
durante o período de campanha, como muitas outras promessas
que foram feitas com o intuito de angariar votos para sua eleição  está esquecida por parte do Chefe do Executivo.
A regularização dos terrenos do loteamento Ipê
Ville,
cujas escrituras dependem de Projeto
de Lei
aprovado pela Câmara de Vereadores.

Mas,
se o Prefeito ao que parece, se esqueceu de uma das suas principais promessas,
de que: “Se eleito for, eu irei enviar logo nos primeiros dias da nossa
administração o projeto a Câmara em caráter de urgência para regularizar os
terrenos.”
Palavras ditas em carros de som, palanque e programas
eleitorais, o povo não esqueceu e começa a cobrar o cumprimento da promessa.

que: 68 dias se passaram desde que o Prefeito tomou posse, e até hoje nada foi
enviado a Câmara de Vereadores, e com isso as famílias que realmente precisam
começar a construir suas casas no loteamento Ipê Ville, continuam sem poder
colocar uma pedra na consolidação do sonho da casa própria.
E
essa, foi uma das cobranças do Vereador, Robério
Roldão (PP),
na última segunda-feira, quando o mesmo questionou e pediu a
direção da casa  que enviasse ofício ao
Chefe do Executivo solicitando o envio do Projeto de Lei ou esclarecimentos
sobre o mesmo: “Eu gostaria que fosse enviado ofício ao Sr. Prefeito, ou a quem de
direito pedindo esclarecimentos sobre a regularização dos terrenos do Ipê
Ville, porque as famílias carentes, e que votaram no Prefeito esperando poder
começar a construir suas casas logo, estão me parando no meio da rua e
cobrando. Acredito que a mesma cobrança também esteja sendo feita aos meus
colegas que também dividiram o palanque na época da campanha e ouviram várias
vezes o Prefeito, na época candidato Dr. Miller, afirmar que esse seria um dos
seus primeiros atos como Prefeito eleito, só que até o momento a gente nem ouve
falar mais sobre o assunto, mas o povo fala, e fala cobrando.”

Pela
urgência e a carência das famílias carentes (as carentes), o projeto deveria ter sido enviado a Câmara na
primeira sessão ordinária do ano, mas a pedra fundamental da obra de cada um
deve estar em cima da promessa, atrapalhando a vontade do Prefeito no
cumprimento da mesma.
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