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13 de setembro de 2017

REVISTA GERAL BAHIA

INFORMAÇÃO COM CREDIBILIDADE

PALAVRA DO EDITOR – A hiprocrisia da informação que não ajuda na solução.

ANTONIO ARAUJO EDITOR DO RGBAHIA
Nesta
terça-feira (12), a produção do RGBAHIA,
publicou quase que em tempo real, toda a ação da Polícia, envolvendo as
investigações sobre a morte do jovem, Adelson Dias Da Silva, cujo corpo foi
encontrado decapitado a margem da rodovia que liga Macarani a Nova Brasília.
Nossa
primeira matéria sobre o assunto foi publicada as 09:47 da manhã, e tivemos o
cuidado de desfocarmos as primeiras imagens que recebemos, respeitando o
impacto que as mesmas poderiam causar na família
da vítima.

A
segunda matéria publicada pelo RGBAHIA, foi
jogada no site as 12:00, e o corpo ainda não tinha sido identificado. Seguindo
a norma de prestar serviço e aquela altura acreditando que algo tinha que ser
feito para auxiliar inclusive a Polícia,
decidimos publicar as fotos, e, o fizemos colocando um aviso no parágrafo
inicial de introdução a matéria sem publicar nenhuma foto.

O
parágrafo citado traz exatamente o aviso de que a matéria traz imagens fortes e
portanto deixando o livre arbítrio do leitor que queira ver ou não as
fotografias. Confiram: http://www.revistageralbahia.com.br/2017/09/plantao-policial-corpo-encontrado.html#more
O
resultado para o bom andamento das investigações foi imediato. Pouco mais de
vinte minutos após a publicação da matéria tivemos as primeiras informações
sobre o nome da vítima, endereço e dados sobre a família, que alertada por quem
viu as fotos se preocupou em ir ao Complexo
Policial
fazer o reconhecimento e a identificação da vítima.
A
nossa decisão se revelou mais do que acertada, e com certeza a Polícia agradece
e os familiares também devem estar agradecidos pelo serviço prestado.
Mas,
se recebemos inúmeros elogios pela qualidade do trabalho, também não ficamos
livres e nem somo imunes às críticas daqueles que acham que fotos chocantes não
devem ser publicadas.
Ora!
O site é de categoria livre acesso
. E só publicamos informações baseadas em fontes
confiáveis, fatos documentados e ou fotografados. Não infringimos nenhum código de ética e nem a chamada Lei de Imprensa.
Vai
saber quanto tempo mais levaria para que a família de Adelson ficasse sabendo
que o corpo do jovem tão barbaramente
assassinado
fosse do filho de Dona Luciene, e que estava desaparecido
de casa desde o início da noite do dia anterior se as fotos não houvessem sido
divulgadas.
Sendo assim, nos sentimos à
vontade e conscientes de que fizemos o que achamos correto e cumprimos o nosso
papel de veículo de informação e formador de opinião.

Vamos
sempre primar pelo conteúdo da informação, prestando serviço. E se
tivermos que ser criticados, que seja por excesso de informação, mas nunca pela
hipocrisia da omissão.
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