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21 de julho de 2021

REVISTA GERAL BAHIA

INFORMAÇÃO COM CREDIBILIDADE

21DE JULHO – Dia Nacional do Garimpeiro e Dia dos Mortos da Marinha Brasileira.

21 de julho é o 202.º (ducentésimo segundo) dia do ano no calendário gregoriano. Faltam 163 para acabar o ano.

O Dia Nacional do Garimpeiro é uma data comemorativa que acontece anualmente no dia 21 de julho.

21/07-DIA NACIONAL DO GARIMPEIRO – LEI Nº 11.685/2.6.2008
comemoração do Brasil, conforme LEI Nº 11.685 DE 2 de junho de 2008, pela qual também se instituiu o Estatuto dos Garimpeiros brasileiros, e se intitulou o Bandeirante paulista, Fernão Dias Paes Leme, como Patrono dos Garimpeiros do Brasil, para uma data comemorativa que já vinha de alguma forma sendo festejada desde 1973 por brasileiros, com o fim de marcar a data da Partida da bandeira do explorador Bandeirante brasileiro de São Paulo, Fernão Dias Paes Leme também conhecido como “O Caçador de Esmeraldas”.

Fernão Dias  que aos 66 anos de idade,  se fez acompanhar de numerosos sertanistas experientes, com mais ou menos 40 brancos ou mamelucos, mais aproximadamente 560 índios, quando de sua partida em 21 de julho de 1674, numa caçada infrutífera a procura de ouro e esmeraldas no sertão brasileiro, cuja expedição duraria quase 7 anos, até ele morrer de febre no meio da mata por volta do Outono de 1681, junto ao rio Guaçuí  ou Rio das Velhas.

Fernão Dias morreu acreditando ter encontrado suas tão sonhadas esmeraldas, muito embora as pedras verdes encontradas então por ele fossem apenas turmalinas, mas cuja iniciativa seria somente uma das muitas expedições de desbravamento que se sucederiam em busca do desconhecido e da riqueza no sertão do Brasil, através das quais seriam descobertas mais tarde, muitas jazidas de ouro e outros metais preciosos nas Terras Brasilis.

21/07-Dia dos Mortos da Marinha

Comemoração da Marinha do Brasil em homenagem a todos os marinheiros das Marinhas de Guerra e Mercante que foram mortos em guerra, para marcar a data de 21 de julho de 1944, em que a “Corveta Camaquã” emborcou durante o seu 50º (quinquagésimo) comboio do Rio de Janeiro a Trinidad Tobago, depois de uma sucessão de grandes ondas que se abateram por seu través num terrível mau tempo, o que fez com que 33 homens perdessem suas vidas.

Este trágico revés  deu início a uma tradição em que flores são lançadas dos convés dos navios ao mar, lembrando uma época em que os aliados e o governo brasileiro haviam começado a utilizar a tática de comboios protegidos por escolta naval e cobertura aérea para impedir o ataque aos navios, pondo então um fim à ação dos submarinos alemães e italianos que até ali haviam atuado livremente no litoral brasileiro, com o afundamento de mais de 53 embarcações brasileiras e estrangeiras nos primeiros anos da Segunda Guerra Mundial.

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