TUDO PARADO! Obras iniciadas em Macarani não andam, e a população perde a paciência com os novos tempos.

Além
de recebermos ajuda dos internautas que nos enviaram fotografias tiradas nesta segunda-feira
(09) especialmente da Praça Clériston
Andrade (algumas já postadas no Facebook),
a equipe do RGBAHIA
decidiu ir diretamente as outras obras em andamento no município de Macarani para ver de perto como está a real
situação, por exemplo, das casas do Ipê
Ville
e da quadra poliesportiva
do Bairro Sobral Bentes.

Começando pelas casas, que tem um prazo de
entrega de 180 dias cujo prazo vence
exatamente na próxima segunda-feira dia
16 de julho
, não foi surpresa constatar que nem o maior tocador de obras do
mundo (só Deus) conseguiria entregar
essas casas no prazo estipulado. Surpresa
foi sabermos
que a obra está parada há semanas, como disse um morador
vizinho ao local, e em plena segunda-feira a impressão que se tem é de uma obra
já abandonada com casas ainda no começo e algumas poucas, coincidentemente as da
rua de frente com uma mão de tinta branca, mas sem nenhum acabamento interno.

Na
mesma situação está a quadra de esportes
do Sobral Bentes
, onde a obra também está em estado de abandono e que
também tem prazo de entrega de 180 dias.
Um dos moradores da área informou que o encarregado da obra saiu cuspindo
marimbondos e dizendo em alto e bom som que: “Não dá
para trabalhar sem receber, temos nossos compromissos com fornecedores e
funcionários e estamos sendo enrolados, não precisamos disso e temos um nome a
zelar”.

Por sinal, se olharmos direito,
vamos perceber que a obra tem dois executores indicados nas placas: em uma ela
é apontada como obra do Governo Federal
e em outra como obra do Governo Estadual
e pasmem!
com
valores diferentes
. No Federal ela tem um custo de R$ 164.514,33 (cento sessenta e quatro mil
quinhentos e quatorze reais e trinta e três centavos)
e no Estadual ela
custa R$ 228.058,77 (duzentos e vinte e
oito mil, cinquenta e oito reais e setenta e sete centavos).
Alguém precisa
explicar se é uma obra federal ou estadual e se os recursos são juntos ou
separados.

“O pior é que iniciaram isso daí com
festa e foguetes, cercaram a área e nos deixaram foi sem nada. Agora nem o
campinho onde a gente jogava bola tem mais e nunca mais apareceu um trabalhador
sequer para bater um prego aí e a estrutura iniciada começa a ser estragada
pelo tempo e o abandono”.
Lamenta um morador em frente à área
fechada.

Sobre a Praça de
Alimentação, os internautas podem conferir na matéria seguinte.

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